A criatividade está para a publicidade assim como a voz está para a ópera. É precido tê-la. Quem disse isso foi David Ogilvy e o cara estava certo.

Nessa levada, a criativa até dizer chega agência Almap BBDO criou um anúncio para a havaianas no estilo old school, onde o mote da brincadeira era não utilizar o photoshop.

Deu trabalho e gastou-se uma grana, mas o resultado ficou bem legal.

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1.44mb de Arte

Janeiro 21, 2010

Primeiro vieram os disquetes, depois os CDs, DVDs, pen-drives, HDs externos, etc… Enquanto o armazenamento digital evolui, artistas como Niki Gentry vem usando seus dons para transformar lixo digital em arte.

O resultado é bem legal.

Ainda somos humanos

Janeiro 20, 2010

Com tragédias nos reconstruímos, nos reinventamos. Com o sofrimento vem a superação. E a esperança, por muitos sentenciada de maldita – por nos prender ao sofrimento –, é a motivação para persistir: sem ela estaríamos fadados ao torpor, estaríamos apaziguados com a metade; diante da guerra e da epidemia, não existiria a luta pela salvação e pela vida, restaria apenas a espera fustigante pela ruína.

E é na ruína que nos tornamos verdadeiramente seres sociais. Da ruína do Haiti vemos a mobilização mundial que envolve França, Islândia, Alemanha, Bélgica, Espanha, Canadá, China e outros países, na tentativa de salvar aquele povo sofrido. A pobreza daquele país está arraigada em sua história. Lembro-me quando a seleção brasileira de futebol jogou por lá. Era nítida a pobreza por onde passaram os blindados da ONU com os jogadores brasileiros. Nítida também era a euforia dos haitianos. O Jogo da Paz foi realizado em 2004 para chamar a atenção ao país mais pobre das Américas. Na época o Brasil assumia o comando da força de paz da ONU no Haiti.

Apesar dos habitantes demonstrarem alegria, o país tem história ingrata: o Haiti é ex-colônia francesa e foi formado a mais de 200 anos por escravos; passou por um longo período de ditadura: nas décadas de 1960, 70 e 80, Papa Doc, sucedido pela sua cria, Baby Doc, ficou no poder enquanto levava o país à débâcle e assassinava seus opositores. Nos últimos anos três furacões passaram por lá, mas nenhum desastre natural causou tantos danos como o terremoto do dia 12: ao todo, e infelizmente por enquanto, são 75 mil mortos e um sem número de desabrigados.

Cabe aos países que têm condições, que normalmente ficam entretidos em guerras – “justas” (ou não), como disse Obama, o Nobel da Paz –, ajudarem o Haiti. E é com imensa satisfação que vejo essa mobilização: países deixando de pensar economicamente por um momento para socorrer. Com isso, em meio ao caos e à destruição, surgem cenas que me fazem acreditar que ainda temos humanidade; cenas que me alimentam com um pouco de esperança de que seremos mais justos e solidários; esperança de que alguns países beligerantes quase por natureza, deixem as armas de lado e proponham união. Piegas, eu sei, mas como eu disse, a esperança nos faz prosseguir.

A ajuda promove cenas como estas:

E pra quem quiser ajudar, alguns jeitos de fazer uma doação:

Embaixada da República do Haiti

Banco do Brasil

Agência: 1606-3

Conta: 91000-7

CNPJ: 041702370001-71

 

Viva Rio

Banco do Brasil

Agência: 1769-8

Conta: 5113-6

CNPJ: 003439410001-28

 

Comitê Internacional da Cruz Vermelha

HSBC

Agência: 1276

Conta: 14526-84

CNPJ: 043596880001-51

 

ActionAid

Para quem tem interesse em colaborar, a doação pode ser feita de duas maneiras. Pelo telefone 0300 789 8525, das 9h às 18h, de segunda a sexta-feira. E também pelo site http://www.ajudeohaiti.org.br. A doação mínima é de R$ 10.

Smart Bike

Janeiro 19, 2010

Primeiro mundo é mesmo outra coisa. O projeto em questão é o inteligente, elegante e socialmente respossável “The Copenhagen Wheel” – a roda de Copenhagem, um novo símbolo para transporte urbano.

Ele transforma biscicletas normais em hybrid e e-bikes que também funcionam utilizando tecnologia mobile. A Copenhagen Wheel também permite salvar a energia gerada pelo andar da bike e muitas outras utilidades “eco-friendlies”.

Projeto bom, pra eco-chato nenhum botar defeito.

chove chuva, vento ventania

Janeiro 18, 2010

Para divulgar o lançamento do site Metservice, a agência Neo Zelandesa  Y&R Wellington desenvolveu dois outdoors nada convencionais.

Através de uma solução simples e criativa, os outdoor passam a mensagem de que se planejando com os serviços metereológicos oferecidos pelo site, até dias chuvosos ou de ventania podem ser mágicos.

Mais uma do país de praia e de neve.

Branding 3.0

Janeiro 17, 2010

O vídeo acima é a excelente explicação de Fred Gelli sobre o conceito do termo Branding 3.0.

A idéia é que no futuro o discurso de sustentabilidade se desenvolva nas marcas de uma maneira cada vez mais orgânica, voltada não apenas para o ambiental, mas também para a esfera social, não se limitando a apenas a questão do consumo/consumidor.

Parece arriscado, devido à idéia de tornar companhias cada vez mais decisoras do futuro do planeta, em contra-partida, parece uma solução inteligente e viável para a co-operação entre marcas e pessoas para o bem do planeta e da humanidade.

Saludos.

O vídeo acima é uma inovadora intervenção da agência (?) yesyesno, uma ação coletiva caracterizada pela combinação entre tecnologia e arte.

Desta vez os caras aprontaram no porto da bela cidade Neozelandesa Auckland, com uma projeção sobre um edifício, capturando o movimento das pessoas sobre uma mesa de luz. O resultado é esta hipnótica coreografia multimedia.

Vale o play.