Muito bom esse vídeo, feito nas ruas de Israel (o vídeo é de 2007).

Provavelmente é promoção para alguma festa que ia rolar, até porque os carros que passam são muito parecidos, mas interessante pensar na diferença de pensamento entre eles e nós. Aqui isso não rolaria nunca. O psytrance faz parte da cultura israelita e grandes nomes da cena são de lá.

Já que o assunto é música, vai uma que ouvi hoje. Produção sensacional dos brazucas do The First Stone (a galera da música eletrônica deve saber quem é).

The First Stone – Jimi

Não é a primeira vez que os caras “homenageiam” a galera da psicodelia em suas músicas.

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Depois de usar o músico Herbert Vianna, líder da banda Paralamas do Sucesso, para estrelar o primeiro filme do atual conceito da marca, chegou a vez do rapper MV Bill.

A campanha é uma evolução do conceito lançado em 2008, que destaca o desejo de as pessoas quererem fazer parte do “clube” Nextel. Para isso os filmes mostram histórias de superação e sucesso de personalidades, clientes da marca.

Engraçado pensar em um artista do hip-hop para promover uma marca como a Nextel, que atende classes econômicas mais altas. Mas a importância de Bill como formador de opinião deve ter pesado bastante na escolha. Rappers que fugiram do crime e das comunidades carentes temos aos montes, mas um cara respeitado em todo o país, e até fora dele, não se acha fácil. Músico, escritor, cineasta e grande defensor dos direitos para as classes menos favorecidas; aí o porquê de fazer parte deste “clube”.

O filme tem um formato diferente do normalmente visto na publicidade, já que apresenta uma linguagem de documentário. Nele, Bill anda pela Cidade de Deus e faz um resumo de sua vida, convidando o telespectador para acessar o site www.naofoiparaoar.com.br, já que não se pode falar muito em 30 segundo. Nesse site então é possível ver os outros filmes da campanha, em que o Bill conta histórias de sua vida.

A alta identificação de MV Bill com a web motivou a criação da campanha que começa na TV e termina na Internet. Um estudo feito pela AgênciaClick revelou que há 102 mil citações sobre MV Bill em blogs (a título de comparação, Herbert Vianna tem 41 mil). MV Bill tem mais de 13 mil seguidores no Twitter e quase 3 mil vídeos postados no YouTube.  “Ele possui perfis em diversas redes sociais, como MySpace, Twitter, YouTube e Blogger, mantendo-os ativos e atualizados. O grande número de posts em blogs, seguidores de seu perfil e comunidades destinadas ao cantor denota que ele possui forte aceitação junto ao seu público nas redes sociais”, aponta o estudo.

Além dos filmes para TV, a comunicação é composta por spots de rádio, outdoors, conteúdo exclusivo para o site Nextel, promoções, materiais de ponto-de-venda e ações na Internet, incluindo redes sociais. Outra novidade diz respeito à criação de um filme exclusivo para cinema, que será exibido em salas de São Paulo e Rio de Janeiro e terá duração de 2 minutos.

Abaixo os outros vídeos da campanha:

Virginia Campbell.

A senhora norte-americana, de 99 anos de idade, sempre foi leitora voraz. E tal qual boa parte dos leitores assíduos, também gosta de escrever.

Acontece que, há algum tempo, Vírgina sofre com um glaucoma, o que a deixou longe dos livros e suas letras miúdas. E é agora, aos 99 anos, que ela vê em seu primeiro computador, um iPad, a possibilidade de voltar ao hábito da leitura.

Não importa muito se foi produzido ou não pela Apple. Particularmente, creio que não. Mas é inegável o quão bem um vídeo com emoção na dose certa pode fazer à uma marca.

vi no Merigo

Depois de algum tempo sem dar as caras por aqui, falha indesculpável confesso, volto à linha de frente do Passo o Ponto.

Circula pela rede um vídeo sensacional, homenageando Tarantino e os Irmãos Coen. A trinca é responsável pelo que tem sido feito de melhor no cinema contemporâneo, na minha humilíssima opinião.

Recomendo veementemente clicarem no play logo abaixo, vale cada segundo.

R.I.P. Guru

Abril 20, 2010

Morreu nessa segunda-feira, aos 43 aos, o rapper americano Guru. O mc sofria de câncer há mais de um ano.

Juntamente com o DJ Premier, mestre nos beats, Guru – cujo verdadeiro nome é Keith Elam – formou o grupo GangStarr, que influenciou muito o hip-hop americano, principalemnte da costa oeste.

No último mês de Março, Guru sofreu um ataque cardíaco e foi levado as pressas para o um hospital de Nova Iorque. O rapper foi submetido a uma cirurgia, mas permaneceu em coma induzido por medicamentos para que fosse acompanhado de maneira mais tranquila pelos médicos.

Após estabilizarem o quadro operatório, os médicos descobriram que o rapper sofria de câncer e desde então, ele vinha lutando para recuperar a sua saúde. Ontem após escrever uma carta aos familiares e fãs, Guru não resitiu a batalha e contra cancer e faleceu.

Mais um grande nome do mundo do hip-hop e da música black que se vai! Sua influência ficará marcada na música ainda por muito tempo.

Gangstarr – You Know My Steez

Gangstarr – Royalty

Gangstarr – Full Clip

Achei na rede uma parte do documentário “Freestyle: um estilo de vida”, do diretor paulista Pedro Gomes.

O documentário vai interessar mais o pessoal do hip-hop, já que é mais próximo deste estilo musical (outros gêneros também apresentam improviso, como o partido alto, o jazz), mas é interessante também para os apaixonados por música; compreender um pouco do gênero e um pouco da arte dos Mc’s.

[vimeo http://vimeo.com/7426707]

De quebra, duas batalhas de freestyle que considero clássicas; e muito boas por sinal.

Aori x Cabal (RJ x SP)

Aori x Max B.O. (RJ x SP)

Pra galera que já presenciou alguém fazendo beatbox (aqueles sons com a boca – som de caixa, baixo, efeitos, etc.) e ficou com inveja por não saber fazer – e muitas vezes ficou frustrado ao não conseguir emitir os mesmos sons – tem um site onde é possível montar seu próprio coral de beatbox.

Falando assim parece estranho, mas confesso que fiquei mais de meia hora me divertindo no site, montando diversas combinações.

Funciona assim: basta arrastar os ícones na parte inferior da tela para a camiseta de cada músico, formando o “coral”. Os elementos são divididos em cinco categorias: instrumentos, percussão, efeitos, vozes e coral. Em certo momento é possível ativar um “bônus” para agitar as coisas. Se você não tiver paciência para criar sua própria música, pode simplesmente clicar no “shuffle” para ouvir uma configuração aleatória que vai mudando automaticamente.

O site: http://www.incredibox.fr/

Vale a pena perder um tempinho na brincadeira!

Fonte: Radar Urbano