Logorama

Maio 17, 2010

Desde a época em que fora inventado o conceito de Pop art, por Andy Warhol, a propaganda procura fazer parte da cultura e arte popular, não se limitando a refleti-la.

Um bom exemplo disso é o “Logorama”, obra vencedora do último oscar de melhor animação, que utiliza-se de logotipos de companhias famosas nos EUA para contar e expressar uma trama.

Pra galera que já presenciou alguém fazendo beatbox (aqueles sons com a boca – som de caixa, baixo, efeitos, etc.) e ficou com inveja por não saber fazer – e muitas vezes ficou frustrado ao não conseguir emitir os mesmos sons – tem um site onde é possível montar seu próprio coral de beatbox.

Falando assim parece estranho, mas confesso que fiquei mais de meia hora me divertindo no site, montando diversas combinações.

Funciona assim: basta arrastar os ícones na parte inferior da tela para a camiseta de cada músico, formando o “coral”. Os elementos são divididos em cinco categorias: instrumentos, percussão, efeitos, vozes e coral. Em certo momento é possível ativar um “bônus” para agitar as coisas. Se você não tiver paciência para criar sua própria música, pode simplesmente clicar no “shuffle” para ouvir uma configuração aleatória que vai mudando automaticamente.

O site: http://www.incredibox.fr/

Vale a pena perder um tempinho na brincadeira!

Fonte: Radar Urbano

O desafio de criar sempre algo novo, moderno e surpreendente para o público é o grande desafio da propaganda desde seus primórdios. Impressionar as pessoas com efeitos e idéias impressionantes não é tarefa facil, haja visto o mundo de informação e referências artísticas e culturais que a internet possibilita aos mais de 6 bilhões de cidadãos da mãe terra.

Em contra-partida, o compartilhamento de peças e obras artísticas, áudio-visuais, musicais, etc multiplica a gama de referências que os publicitários podem recorrer na hora de desenvolver algum tipo de comunicação.

O vídeo Pixel, que está bombando em blogs relacionados a disegin, 3D, áudio-visual e comunicação me chamou a atenção pela originalidade e criatividade. No entanto, creio que não vai demorar muito para vermos algum filme de 30 segundos no ar utilizando a mesma técnica como referência.

Um bom exemplo disso foi o clipe da banda Japonesa Hibi no Neiro, que inovou com a produção de um clipe colaborativo, onde os fãs participaram enviando gravações de suas webcams, que posteriormente foram editadas dando corpo a um clipe bem diferente dos demais.

Não demorou muito, a operadora Claro utilizou-se da mesma referência para divulgar seus novos planos de minutos para clientes Pós.

Projeto do artista Tokujin Yoshioka pra loja Hermés no Japão.

Uma mistura de projeções, design e sensações. Bem interessante; e diferente. As projeções dão vida aos lenços da loja.

Pra entender melhor do que se trata, vejam o vídeo abaixo:

Michael Jackson e MTV

Novembro 11, 2009

Uma homenagem bem legal da MTV alemã para o Deus do Pop Michael Jackson.

Light Painting

Outubro 30, 2009

O bom de viajar é exatamente sair do lugar. Procurar por referências em lugares fisicamente distantes também é uma boa quando se quer pensar diferente.

O país é o Japão e a tecnica é a cada vez mais famigerada (diga-se de passagem) light painting. Trata-se do projeto Pika-Pika, que produz filmes com esta tecnica jogando pra longe as referências do velho ocidente.

O grande diferencial deste grupo (existem outros diversos pelo mundo) é que eles não se limitam a um determinado grupo de pessoas. Cada ação é também um flash mob, uma vez que as datas das produções são anunciadas no blog do projeto e qualquer um pode chegar com suas lanternas e lantejoulas para participar também. O que aumenta a expectativa do público e consequentemente sua propagação.

Não se espante se algum dia desses vc ver um japa desses fazendo light paint em video clipes, propagandas ou até filmes.

No blog deles tem mais: http://pikapikaproject.blog.so-net.ne.jp

Enjoy.

Em meio a invasões de palco, topo das paradas e lágrimas em programas de TV, Kanye West segue em sua egotrip sem fim. Dessa vez o cara pagou de ator e estrelou We Were Once a Fairytale, curta metragem do diretor Spike Jonze. No filme o rapper representa um sujeito, digamos, atordoado. E ao que parece qualquer semelhança com sua própria vida não é mera coincidencia.

Particularmente, achei péssimo. Não que eu não” tenha entendido o que Jonze quis dizer”, vi, entendi mas não me convenci. Nem a tentativa de um grand finale surreal salvou o filme. Se a sua curiosidade supera a sensação de ter jogado 10 minutos de vida no lixo, é só clicar no play.

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